Domingo, 18 de Janeiro de 2009

Notas Soltas

O vento ruge forte cheio de vida e força diabólica abanando alicerces que se torcem ás suas vontades. O frio entranha-se no corpo cansado de esperar por aquele que partiu e nada disse, nada deixou para recordar a não ser marcas de cheiros e sensações num corpo que não consegue aquecer e esquecer. O fogo arde e lança labaredas plenas de cheiro a pinheiro queimado e tão gasto. Ela se enlaça e estrelaça no fogo quente das chamas procurando conforto e algum calor. O pensamento mais sombrio se torna vivo e na sua nudez perdida procura na noite e no vento o amor perdido e distante. Ninguém a sente e escuta...sente-se só...amigos perdidos, tão esquecidos e abandonados quando pelo amor tudo deixou...

A noite envolve-a com seus braços e acaricia lembrando que é sempre tempo e á sempre tempo para voltar a renascer, voltar a ser quem era,a sua essência de mulher só se encontra adormecida e é sempre possivel recuperar ....voltar a nascer.

publicado por paranoias às 22:36
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